20 agosto 2007

Especial: Escolas Históricas


Textos parciais extraídos do site da FUNDAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS E EDUCAÇÃO SUPERIOR À DISTÂNCIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (CECIERJ) autores do Especial: Escolas Históricas

Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro: Ressurgir das próprias cinzas, como Fênix, para educar sempre com qualidade

"O Instituto de Educação sempre foi considerado exemplo de ensino de altíssima qualidade. Ali, estudaram pessoas de grande expressão no cenário cultural carioca, tais como: Tônia Carrero, Marieta Severo, Zezé Polessa, só para citar algumas. Mas para manter essa qualidade foi preciso passar pelo tempo – em 5 de abril de 2006 o Instituto completou 126 anos de existência – por diversas fases ligadas aos altos e baixos das políticas públicas e muito, mas muito trabalho."(...)

"O objetivo de D. Pedro II, ao criar a Escola Normal, era dar origem a uma instituição de formação de professores visto que, na época, o Brasil possuía cerca de 75% da sua população de analfabetos. Para acabar com essa alta percentagem de analfabetos era preciso criar uma escola de formação de professores. Já existia uma escola normal em Niterói, mas D. Pedro II preferiu criar uma escola mais perto da Corte: o Instituto foi, então, formado em 1880, com 175 alunos, 88 moças e 87 rapazes. Na década de 1930, por questões da guerra, quando os homens precisaram sair da escola, ele passa a ser considerado uma escola muito mais para moças do que para rapazes. Mas homens sempre existiram e foram formados professores no Instituto."(...)

"No início, quando ainda era Escola Normal, o Instituto tinha aula até de corte e costura porque estava relacionado com mulheres que precisavam aprender tarefas – elas ficavam na escola em horário semi-integral - que pudessem ser de valia para o lar. “O papel da mulher era outro, muito longe de mantenedora do lar, e elas estudavam somente para pagar seus alfinetes e agulhas. “A mulher não podia trabalhar muito porque tinha os horários restritos para se dedicar ao lar, mas precisava aprender nas escolas tarefas que poderiam lhe render alguma melhora para seu próprio lar. Ainda hoje, pode ser encontrado, no porão do Instituto, algumas máquinas de costura dessa época”(...)

"Os Anos Dourados, que começaram em 1932 quando o Instituto de Educação foi fundado, vão até a década de 1970. “O espaço da Educação foi tão bem construído aqui no Instituto que vinham pessoas do mundo inteiro visitar nosso exemplo: para saber e aprender como se trabalhava com esse novo modelo de Educação (pessoas do Japão, Suécia, representantes da ONU etc.). Nos livros de registro, apesar de muito empoeirados e cheios de mofo, é possível encontrar assinaturas de personalidades do mundo todo, como Albert Sabin, que visitou a escola na década de 1970, e diversas outras personalidades. "(...)

Leia o texto na íntegra: http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/educacao/educ110.htm

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